Panos de vidro em fachadas

Entre as principais características do vidro está o fato de que ele é um material plano, rígido e pesado, que praticamente não risca. Uma chapa com 10mm de espessura pesa 25 kg por m2. Para sustentar tal carga é preciso erguer estruturas reforçadas. Uma vantagem do material é que, se bem instalado, tem durabilidade indefinida. Além disso o vidro não mostra envelhecimento, mas a segurança só é garantida se for usado o tipo certo. Segundo a ABNT, somente o vidro aramado, que tem uma tela de aço no interior da chapa, ou o laminado (sanduíche de duas ou mais lâminas de vidro com películas plásticas no meio) são apropriados para coberturas.




Vidro aramado
Quando quebra, mantém os cacos presos na tela metálica, que não se rompe. Ainda não está disponível em cores e é fabricado com 6mm de espessura. Não serve para barrar calor nem radiação ultravioleta.

Vidro laminado
Se quebrado, esse sanduíche transforma-se em pedaços que não despregam do filme plástico existente no seu interior. Esse dificilmente rasga, pois estica até cinco vezes mais que seu tamanho horiginal. Quanto maior o vão, mais espesso tem que ser o vidro, para agüentar seu próprio peso sem deformar e os ventos sem quebrar. Na laminação é possível combinar na mesma placa camadas de vidros incolores com coloridos e metalizados.



Structural Glazing: Fachadas
Caracterizado pela colagem de vidros em caixilhos de alumínio, o sistema requer cuidados de projeto e instalação para bom desempenho e segurança

     

No final de 2003, a queda de painéis de vidro em algumas obras da capital paulista levantou polêmica sobre a questão da segurança do sistema com silicone estrutural ( structural glazing ) em edifícios. No Brasil há cerca de 15 anos, a tecnologia que pressupõe a colagem química de painéis de vidro em esquadrias de alumínio, por meios de silicone neutro requer mais do que cuidados na aplicação e o correto dimensionamento do material de colagem. Testes apropriados de adesão e compatibilidade de substratos são fundamentais para evitar patologias, como o deslocamento de painéis.
“ Não há normas da ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas) para o structural glazing “, afirma o engenheiro Nelson Firmino, da Aluparts, empresa especializada no projeto e execução de fachadas e esquadrias. Firmino explica que a alternativa adotada pelo setor é basear-se em normas internacionais como as da ASTM ( American Society Fo Testing Materials), ou da Iram (Instituto Argentino de Normalización). “ A resistência do sistema, no entanto, deve atender aos esforços previstos pela NBR 6123 e NBR 10821”, acrescenta. O engenheiro desaconselha a aplicação da tecnologia em subsolos(quando a água escorre pelas paredes) e em locais muito expostos a impurezas como pó.
Seguir à risca a recomendação dos fabricantes e tomar os devidos cuidados na aplicação são itens fundamentais para garantir a durabilidade, o bom funcionamento da fachada e, sobretudo, a segurança. Fitas adesivas e silicones, em geral, não apresentam bom nível de aderência em perfis de alumínio com acabamento superficial com pintura eletrostática. “Os perfis de alumínio anodizado são os mais indicados “, diz Firmino. Assim, quando a aderência é insuficiente, recomenda-se o uso do primer, promotor de adesão para superfícies de baixa energia superficial.


Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo.






Dimensionamento
Se nas fachadas tipo pele de vidro a transferência de cargas do componente de vedação (vidros) ao caixilho acontece de forma mecânica, por meio de parafusos e perfis de alumínio, no structural glazing isso é feito pelo silicone estrutural. Para dimensionar a largura e espessura do cordão de colagem, são levadas em consideração informações como a dimensão dos painéis de vidro, a espessura, tipo de perfil e acabamento, cargas dinâmicas( como ação dos ventos) e o ângulo de inclinação da superfície de vidro.
Em alguns casos, para que o silicone estrutural seja aplicado, é necessário especificar o perfil com aba para eliminação da carga estática ou peso morto do vidro. A aplicação de primer em geral, usado para promover níveis satisfatórios de aderência entre materiais pode ser feita simplesmente para acelerar o processo de Cura, como acontece nos Estados Unidos. 

 

Tempo de cura
O silicone estrutural requer um tempo específico para cura, que pode variar de um a oito dias. A engenharia Gislene Attilio Meyer, da Dow Corning do Brasil, explica que, por ser de cura neutra, o silicone estrutural não causa danos ao vidro laminado. O mesmo não acontece com o material de cura acética. “Esse material libera ácido acético que causa a delaminação do vidro”, alerta,
O tempo de cura silicone bicomponente acontece, invariavelmente, em um dia. O mesmo, no entanto, não pode ser dito do monocomponente, cujo processo da umidade do ar e da largura adotada para aplicação. “Nesse caso, a cura acontece de 1 a 2 mm(de profundidade) ao dia, conforme o produto especificado”, diz Gislene. Ela explica que a limpeza adequada das superfícies é fundamental para uma boa adesão entre os materiais. “ Assim, o silicone estará aderido ao substrato e não a sujeira”, completa.

Fita Adesiva
Sistema alternativo de colagem de vidros em esquadrias de alumínio, as fitas dupla-face de espuma acrílica não necessitam de cura. “Por isso, a fixação nas esquadrias pode ser feita imediatamente depois que a fita foi aplicada ao vidro”, explica o engenheiro Pedro Terzi. “ A fixação imediata elimina a necessidade de estocagem e acelera o cronograma”, completa Terzi.
Assim como no silicone, a aplicação de primer em perfis de alumínio com pintura eletrostática torna-se necessária para garantir níveis de adesão satisfatórios entre o produto e o substrato. A análise do perfil e do acabamento, tamanho dos painéis e localização do edifício (para cargas de vento) são itens que influenciam no dimensionamento da largura e quantidade de fita. Nesse sistema, esquadrias de alumínio com abas ou esperas são necessárias para evitar que o vidro tenha aumentada a segurança de montagem, eliminar a força peso sobre a fita já que o vidro fica apoiado na espera e diminuir a quantidade de fita necessária para colagem.
 


1.    Após a correta limpeza do vidro, a fita é aplicada no vidro com espátula. Deve-se evitar a formação de bolhas. Logo após a aplicação, deve-se pressionar a fita com um rolete de borracha. Em vidros laminados, a fita deverá ser aplicada do lado contrário a etiqueta de identificação do vidro.

2.    É necessário aplicar silano no vidro e uma fina e uniforme camada de primer na esquadria. Depois da aplicação da fita, os painéis são erguidos com auxílio de ventosas até a fachada.

3.    Os caixilhos poderão ser estocados ou montados na estrutura do prédio imediatamente após a colagem. Recomenda-se o uso de esquadrias de alumínio com aba para aumento de segurança e montagem.

4.    A esquadria é fixada no contramarco de forma convencional

5.    Esquadria já instalada


Silicone

1.    Colocação do corpo de apoio (espaçador) de acordo com a medida do perfil (sem contar a medida da junta do silicone estrutural)

2.    Para limpeza, despejar o solvente recomendado em pano limpo (de preferência a gaze, que não solta fiapos), que deverá ser passado e substrator. Em seguida, passar pano seco para remoção do solvente e contaminantes. Para limpar adequadamente um substrato, podem ser necessárias várias limpezas. Esse procedimento é valido para a limpeza do vidro e do alumínio.

3.    Na aplicação de selante, uma fita protetora deve ser usada para que o excesso de selante não entre em contato com as áreas adjacentes, sujando os substratos. Aplica-se o selante em operação contínua, pressionando o selante diante do bico aplicador para preencher adequadamente toda largura da junta.Tomar cuidado para preencher completamente a cavidade selante.

4.    Espatular o selante antes da formação da primeira película. O espatulamento força o selante contra o espaçador e as superfícies da junta. Não utilizar nenhum líquido para ajudar no espatulamento, como água, detergente ou álcool. Esses materiais podem interferir na cura do selante e na adesão, além de causar problemas estéticos. Retirar a fita adesiva protetora antes que a película comece a se formar no selante( cerca de 15 minutinhos após a aplicação)

5.    Manuseio: após a aplicação, carregar o painel na horizontal e colocar em gavetas( um quadro separado do outro) até que esteja totalmente curado. Não carregar o painel na vertical, nem colocar um painel diretamente sobre o outro, pois a força exercida poderá deslocar o selante ainda não curado
Queda de Painéis
 
No dia 8 de dezembro, a Afeal ( Associação Nacional dos fabricantes de Esquadrias de Alumínio), emitiu uma notificação cartorial excluindo a multinacional francesa Rhodia do seu quadro associativo. A razão, segundo a Associação, foi a falta de comprometimento da empresa em assumir a responsabilidade por algumas obras em que ocorreu a queda de painéis de vidro. A causa dos acidentes que não resultaram em nenhuma vítima fatal foi a má adesão do silicone Rhodiastic 70 em esquadrias de alumínio pintado.

Segundo o presidente da Afeal, Lage Mourão Gozzi, a Rhodia, por meio de uma carta encaminhada á associação, já tinha se comprometido em realizar o recall ( ver seção de cartas, pág 8). “ A empresa, inclusive, já havia arcado com o custo de reparo de obras cujas fachadas precisaram ser totalmente refeitas, tal seu comprometimento” explica Gozzi.

Nos casos menos graves, adotou-se como solução provisória o presilhamento dos vidros nos caixilhos. “ A partir do momento em que o problema foi remediado, ou seja quando não havia mais o risco dos vidros caírem, a empresa nos virou as costas”, diz Gozzi, se referindo à notificação cartorial encaminhada pela Rhodia aos fabricantes, na qual se eximia de qualquer responsabilidade daquele momento em diante. No documento, a multinacional justifica sua decisão, afirmando que foi a falha na aplicação que causou o descolamento dos painéis, e não seu produto, que atende às normas internacionais do setor. Segundo a Rhodia, o silicone Rhodistic 70 atende às seguintes normas internacionais: Federal Specification TT S 001543-A, Sealing Compound, ASTM C-920 Standard Specification for elastomeric joint Sealant Type 5, grand NS, class 23 e Federal Specification TT-S-00230C, Sealing Compound, Elastomeric Type, Single Component(for caulking, sealing and glazing in buildings and other structures) type II, class A.)

Em comunicado à imprensa, afirma-se que “as falhas deveram à inobservância dos procedimentos corretos na confecção de alguns quadros estruturais de alumínio pintado, especificamente no que se diz respeito á limpeza prévia de esquadrias conforme as instruções na embalagem e ficha técnica do produto”. Acrescenta, ainda, que sempre “realiza testes de compatibilidade do produto com amostra das esquadrias fornecidas pelos serralheiros, segundo a norma ASTM C794/93”.

Em 2004, após os acidentes, a embalagem do Rhodistic 70 passou a ter a seguinte recomendação: “proibida a aplicação em perfis pintados”. Até o fechamento desta reportagem, a Afeal e a Rhodia continuaram a manter suas posições a respeito do caso.


Fonte: http://www.metalica.com.br/structural-glazing-fachadas



Esquadrias especiais chegam à terceira geração

Componentes de alumínio em módulos unitizados são a ultima palavra em fechamento cortina.

As esquadrias especiais requerem projeto específico, baseado no projeto arquitetônico do edifício. São fabricadas para atender as características exclusivas, mas tiram partido dos modelos de alumínio padronizados, que na sua maioria são produzidos em forma de T ou tubular retangular. Em geral, fazem parte do universo das soluções de fachada cortina utilizada na maioria dos edifícios comerciais, hotéis e flats.

Uma nova geração de esquadrias especiais, chamadas unitizadas, já trazem o vidro incorporado e são fixadas a ancoragens nas lajes.O trabalho de fechamento é bastante facilitado e preciso, como mostraram as obras da nova sede do BankBoston em São Paulo.

A escolha da esquadria mais apropriada pode ser feita por um consultor especializado contratado diretamente pela construtora, que analisa custos, montagem, características técnicas e disponibilidades de mão-de-obra das empresas de caixilhos.

Apesar de diferentes soluções, todas as fachadas devem atender aos requisitos de desempenho da norma 10821, revisada em 1999, que fixa parâmetros de comportamento das esquadrias com relação a ação de chuva, ventos e cargas acidentais.Dependendo do tipo de sistema escolhido, pode sofrer testes de avaliação de desempenho em uma câmara de ensaio especial.A Câmara Azul de Afeal ( Associação dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio) ensaia fachadas cortina e permite a execução de três pavimentos-modelo.A câmara realiza testes de estanqueidade e resistência à ação de pressões negativas e positivas e as cargas acidentais.” Uma fachada deve durar pelo menos 20 anos, e os ensaios são fundamentais para garantir parte dessa vida útil”, explica João Batista Padilha, presidente executivo da Afeal.

Projeto e Montagem

A solução de fachada escolhida deve estar compatibilizada com o projeto estrutural do edifício. “Uma laje de concreto protendido possui cabos de protensão que não podem sofrer interferências de parafusos e ancoragens dos perfis de alumínio”, explica Paulo Celso Duarte, consultor em projetos de fachada. Cada solução estrutrural tem suas restrições que devem ser respeitadas. Após as análises e escolha do tipo adequado, parte-se para o controle tecnológico dos perfis. Cabe a eles a responsabilidade estrutural das fachadas e para tanto devem resistir a ação de vento e permitir a colocação de vidros, silicones, gaxetas e dispositivos auxiliares sem apresentar deflexões permanentes.O desenho dos caixilhos e a qualidade dos vidros também devem proporcionar conforto térmico e acústico aos usuários do edifício e os elementos de encaixe, como gaxetas, devem ser bem flexíveis e não ressecar ao longo do tempo.

Além de serem produzidos nas fábricas, os caixilhos também podem ser confeccionados dentro do próprio canteiro de obras.Dependendo da demanda de quadros, colunas e travessas, a produção torna-se mais econômica se for transferida para uma área reservada dentro do terreno da obra, como as áreas dos subsolos.Os caixilheiros passam a receber, cortar e usinar o alumínio dentro do canteiro e aumentam a produtividade de execução das fachadas, pois eliminam o tempo de transporte do sistema da fabrica até a obra.Além disso, a ausência do transporte elimina o pagamento de taxas como o ICMS, imposto de circulação de mercadorias e serviços, e permite a estocagem de quadros e vidros com maior segurança, pois o transporte provoca quebras e lascas.” Existem algumas obras que justificaram até a compra de novas máquinas”, afirma Duarte.

Todos os sistemas de fachadas são fixados na estrutura do edifício por parafusos ou chumbadores. Essa dependência exige que a estrutura seja executada de maneira rigorosa para evitar grandes desaprumos.Os corretos prumo e alinhamento garantem menor tempo de montagem e maior qualidade final do sistema.Os Caixilheiros devem especificar em contrato a qualidade da estrutura que necessitam para montar a fachada no prazo e custo determinados, pois é comum que antes da instalação dos caixilhos as lajes desalinhadas tenham que ser corrigidas, o que demanda tempo e mais dinheiro.Em geral, são utilizados calços nas ancoragens reguláveis que podem sobrecarregar os parafusos.Nesse casos, è preferível colocar um cavalete de aço e preencher com graute de concreto.

Problemas comuns

A patologia mais comum é a infiltração de água.Projetos malfeitos, materiais de má qualidade e execução deficientes são os grandes responsáveis.” Tudo afeta a eficiência do sistema, desde a escolha da linha de perfis até a qualidade das borrachas”, explica Duarte. Os perfis de alumínio podem ser de boa qualidade e possuir desenho apropriado mas se as gaxetas estiverem ressecadas perdem flexibilidade e não garantem mais vedação.Alem disso, a mão-de-obra de instalação deve ser especializada e conhecer a função de casa elemento do sistema para evitar erros de colocação das peças.” Se as borrachas forem instaladas dobradas, o painel não vai funcionar”.

Que os sistema são mais sofisticados, apresentam menos problemas futuros. No entanto, a manutenção é dificultada.A troca de vidros estruturados com silicone traz alguns inconvenientes.A peça de vidro deve ser arrancada, limpo o silicone, colocada nova peça com protetor de junta, injetado o novo silicone e completada a cura.Esse é o problema.A cura de um silicone monocomponente, usualmente utilizado na troca de vidros enquanto a cura não está completa.A limpeza da fachada também deve ser prevista e feita de acordo com a recomendação de cada fabricante.É importante evitar a utilização de máquinas que produzem jatos de água pois a pressão pontual do jato abre os selos do sistema e acaba com a estanqueidade da fachada.

Cortina

A rigor, todo fechamento externo de um edifício que seja estruturado de maneira independente e destacado da estrutura recebe o nome de fachada cortina.Dentro desse universo existem as fachadas tipo pele de vidro e as mais recentes, as unitizadas, compostas de painéis independentes estruturados com alumínio e vidro que podem ser associados a outros revestimentos.Apesar de a solução com painéis ser a mais recente, muitos arquitetos optam por sistemas nos quais os vidros são fixados mecanicamente, pelo menos em uma direção, com o emprego de perfis-tampa ou caixa.Essa “volta” ao passado tem caráter puramente estético.A seguir, conheça as principais características de cada solução.

1º Geração - Fachadas relógio

São os principais modelos de fachada cortina com vidros encaixilhados em perfis de alumínio. Esses vidros formavam quadros que eram presos ás colunas contínuas e travessas por meios de ganchos não reguláveis. Para tanto, a estrutura deveria ser perfeitamente executada, como um “relógio”, o que restringia sua utilização.

2ºGeração - Pele de vidro

Nessa geração, os quadros de vidros passam a ser aparafusados com presilhas, sobrepostos às colunas e travessas. A dependência de uma estrutura bem feita não é minimizada. O alumínio externo que sustenta os vidros já é apenas um pequeno filete, o que faz com esse tipo de fachada seja chamada de pele de vidro. Os quadros são independentes e podem ser retirados.

Estruturadas com Silicone (structural glazing)

È a evolução da pele de vidro, mas o conceito também é adotado em fachadas cortina ou no sistema unitizado. A quantidade e espessura do silicone são determinadas de acordo com as pressões de vento positivas e negativas do local, altura do edifício e linha do perfil utilizado.As colunas e travessas ainda são contínuas e presas à estrutura e a montagem é feita manualmente com o uso de andaimes externos.Intempéries como sol externo e chuva atrapalham a montagem.

3º Geração - Sistema unitizado

A fachada é formada por painéis independentes estruturados com vidro, cerâmica ou granito, içados com auxilio de guindastes e fixados por meio de ancoragens reguláveis. O sistema de montagem é mecanizado.Cada painel cobre uma altura de pé-direito e possui uma duas larguras de acordo com o projeto arquitetônico.É formado por colunas e travessas e dispensa a subestrutura para conter o vidro.A fixação pode ser mecânica ou utilizar silicone.Os painéis são totalmente pré-fabricados, o que aumenta o controle tecnológico e garante maior qualidade de fechamento à fachada.

A instalação pelo sistema mecanizado é rápida e o inicio da execução de serviços elétricos, hidráulicos e de acabamentos internos pode ser antecipado.

“O modo de construir no Brasil justamente destrói essa interseção”. Os fabricantes de esquadrias, por exemplo, produzem componentes do tamanho que querem, em dissonância com outros componentes e elementos.O construtor é obrigado a fazer vãos inusitados ou, às vezes, tem de quebrar a alvenaria para que as coisas se encaixem.Isso é trabalho, é algo que joga contra a produtividade.Ainda é rara, infelizmente, a coordenação modular dos projetos.”

Fonte:

Revista Téchne

 
1

Visualizar comentários

Carregando